"...no desalinho triste das minhas emoções confusas..."






08/12/2013

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Creio sermos todos irracionais. Não sabemos o que sentimos e mesmo assim sentimos, atribuindo nome e grau àquilo que desconhecemos. Maléfico ou benéfico, bonito ou feio: assim adjetivamos o mistério dos encantos e desencantos. Emocionais fora de controle, adicionamos o cérebro por puro medo e aflição.
Onipresentes do Universo-próprio, arquitetamos leis: fúria de tudo ou de nada; "extremos são ruins", disse algum falso sábio em algum falso tempo. Eis que tudo é inventado e gerado (amor e dor; as palavras que amam ou doem).
Partindo do ponto que somos o que sentimos, somos fruto de nossa própria imaginação. Entende? Somos irracionais de nós mesmos. E isso é magnífico.

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